terça-feira, 28 de maio de 2013

#Parceria – Érika Rossas


Olá! o/

Muito feliz em estar apresentando para vocês, hoje, mais uma parceira do blog Café com Leituras! - a escritora Érika Rossas que escreveu "Tudo o que ela quer". Vamos conhecer um pouquinho mais da escritora e também do seu livro?


Érika por ela mesma (Apresentação):

“Érika tem 22 anos, mora em Fortaleza (mesmo não sendo muito fã de praia e calor), estuda moda, lê tudo o que vê pela frente e quer viajar o mundo um dia. Ela acredita na personalidade e no talento de cada um, não gosta de rótulos e nunca esquece de aproveitar a vida ao máximo. Odeia telefone e é fissurada por cinema clássico, tatuagens e luzes da cidade grande.
    Nunca soube exatamente quais eram seus sonhos, mas imagina que eles têm algo a ver com as artes. Acha aque escrever é algo tão natural quanto dormir ou, sei lá, piscar os olhos e realmente queria ter a memória boa o suficiente para lembrar a primeira história que escreveu. O primeiro livro de verdade veio aos doze anos, mas, logo no ano seguinte, decidiu que era uma porcaria e jogou descarga abaixo. Hoje pede desculpas pelo dinheiro que os pais gastaram com o encanador! Depois dela, escreveu três outras histórias (que, graças à invenção do computador, não foram parar em encanamento algum) e tem tantas ideias na cabeça que não sabe qual delas continuar primeiro. Está prestes a publicar seu primeiro livro, "Tudo o que ela quer", e já cansou de responder que qualquer semelhança de seus personagens com a realidade é uma mera coincidência.
    Já cursou jornalismo, mas se sentia (uma louca) deslocada porque ninguém na faculdade tinha ambições como escrever colunas pra revistas e publicar livros de mulherzinha além dela. Então resolveu trocar de curso e ir para um lugar onde poderia deixar a criatividade fluir: o Design de Moda. Já foi camareira no Colorado em um intercâmbio de férias e três anos depois arruma a cama e dobra toalhas do jeito que aprendeu, fez a famosa RoadTrip Norte Americana em uma banheira amarela (Um Gran Marquis 1997) cheia de malas, um espacinho miserável para respirar e até skis! E também já trabalhou para o Mickey no lugar mais mágico do Mundo!
Gosta de costurar, inventa quadro para toda parede limpa e enfeite para todo lugazinho vazio dentro de casa feito uma tia velha, tem uma tatuagem nas costas com o nome da música da Edith Piaf "Je ne regrette rien", começa uma dieta nova toda segunda-feira e tem sérios problemas para dormir antes do nascer do sol, mas jura que não é vagabundagem, é só a alma de artista que aflora no meio da madrugada.
    E ah, fala demais! Mas promete que vai parar agora!”

Entrevista concedida ao blog:

Café com Leituras: Quando e como você teve a ideia de escrever o livro “Tudo o que ela quer”? Qual a sensação de ter esse livro publicado?
Ékira Rossas: Terminei meus dois primeiros livros em 2007, e, depois disso, fiquei meio perdida. Tinha, literalmente, uma gaveta cheia de projetos e não conseguia decidir qual deles continuar. Na época, eu fazia parte de uma comunidade de escritores no Orkut – é, estou ficando velha, eu sei – e resolvi publicar um trecho de cada história e descobrir qual delas parecia mais interessante. De “Tudo o que ela quer” eu tinha apenas uma cena – que hoje se encontra no final do segundo capítulo, então não vai ser realmente spoiler se eu contar: Garota e garoto se conhecem a vida inteira. Pai do garoto morre. Garota consola garoto. Beijo. Fim.
Era uma cena triste e meio dramática demais, mas acabou captando a atenção de quem leu e foi escolha unânime dos leitores. Foi então, que, depois de mais de um ano no limbo literário, resolvi começar a pôr em prática um novo romance. A narrativa foi se moldando a partir dessa cena: A garota virou Sara, ela era descendente de orientais e não tinha o juízo no lugar. O garoto virou Gabriel, e ele tinha olhos caramelados, um corpo moldado pela natação e era completamente o oposto da Sara: estudioso, dedicado e santinho.
Ter a chance de ver “Tudo o que ela quer” publicado é, obviamente, surreal. Dá um pouco de medo, porque eu sei que não é uma história convencional, então não faço a menor ideia do que pode acontecer. Se vai ser apenas mais um romance YA no mundo, se vai ser profundamente odiado ou se vai mudar, abrir os horizontes dos meus leitores para uma narrativa mais realista. Seja como for, não posso deixar de ficar feliz com essa oportunidade de publicação e contar ansiosamente os dias, as horas, os minutos até ter meu exemplar lindo e cor-de-rosa em mãos.

Café com Leituras: Você encontrou alguma dificuldade para publicar o livro?
Érika RossasPara a surpresa de muita gente, não. Nós ouvimos tanto sobre o quão difícil é ser publicado, principalmente no Brasil, que trememos de medo só de pensar em tentar. E isso aconteceu comigo também. Achava ser um sonho tão distante e tão impossível que tinha medo de tentar. Até um dia que estava lendo “Ser Clara”, da Janaina Rico, e vi o quanto os personagens dela era humanos, reais, cheios de defeitos, experts em cometer erros. O que se assemelha um pouco com os meus personagens. Então me ocorreu que a Underworld (que publicou o livro da Janaína) talvez fosse o tipo de editora que eu precisava: uma que não tivesse medo de arriscar com personagens que não saíram exatamente de contos de fada.
Passei algumas semanas revisando e editando a história uma última vez e resolvi enviar. A resposta deles veio bem rápido e confesso que fiquei tão chocada que tinha sido aceita que passei dias tentando entender qual era a pegadinha da história. (Tinham hackeado o e-mail da Under e me trolado geral, era isso?). Mas, bom, não era pegadinha. Ainda bem! Algum tempo depois outras editoras para onde enviei a história entraram em contato comigo, mas já estava com contrato fechado com a Under, então nem parei para pensar em como seriam as coisas do outro lado da cerca.
Mas, claro, óbvio, que não foi um passeio no campo em uma tarde de primavera. Conseguir uma publicação pode não ter sido difícil, mas todo o resto foi. E você quer saber agora qual o resto, certo? Vou dizer: foram noites e noites acordada escrevendo, editando, revisando, pesquisando, lendo e relendo. Não vou dizer que sofri fazendo isso, escrever é provavelmente a coisa que faço com mais naturalidade na minha vida, mas é algo que requer muita dedicação. Muita gente tem tanta pressa, tanta vontade de ser publicada que acaba colocando a carroça na frente dos bois e manda a história de qualquer jeito.
Terminei de escrever meu primeiro livro quando tinha 17 anos. Por mais que eu goste da trama, simplesmente sei que ele ainda precisa de muito trabalho antes de ser enviado para alguma editora. Então, para você que também tem esse sonho, posso não ser a rainha das publicações literárias, mas uma coisa eu sei: revise, reescreva, edite. E quando você achar que está bom, revise de novo. Quando você achar que está perfeito, então revise uma última vez.

Café com Leituras: Como está sendo a divulgação do seu livro? A internet ajuda nesse processo?
Érika Rossas: Bom, acho particularmente difícil fazer uma divulgação intensa quando um livro ainda está em fase de pré-lançamento. Com a internet, nós somos bombardeados de informação todos os dias. A notícia é rápida e precisa ser consumida na mesma velocidade. Se o leitor está ouvindo falar de um livro, procura e vê que ele não foi lançado. Na semana seguinte, procura de novo e ainda não foi lançado. No mês seguinte, ou ele já esqueceu ou já está p. da vida, xingando o autor pela rua. E isso acontece com tudo no mundo (aprendi esse tipo de coisa na faculdade, então prometo que não é loucura minha. Prometo. Eu acho).
Então, por enquanto, pretendo ir com calma na divulgação. Já estou cheia de planos para depois que o livro for lançado, como colunas especiais no blog e uma página no facebook criada por ninguém menos que Sara Montezuma (tá, criada por mim, mas no espírito de Sara Montezuma). A editora também está trabalhando na divulgação através do skoob e da página criada para o livro no facebook (eis o link, meus amores: http://www.facebook.com/TudooQueElaQuerErikaRossas ), e só posso esperar para ver o que eles planejam fazer a seguir. Espero que vocês também.

Café com Leituras: Qual o seu gênero literário preferido? E o seu livro preferido de outros escritores?
Érika Rossas: Preciso conhecer uma só pessoa que acha esse tipo de pergunta fácil. Eu acho terrível. Sou daquele tipo de pessoa que não ama nada profundamente, mas que gosta de muita coisa, então escolher um só é tortura. Admito que não sou muito fã de romances policiais nem de qualquer coisa sobrenatural (apesar de ter lido muita Agatha Christie na infância e de ter devorado cada livro do Harry Potter umas cinco vezes).
Mas gostar, gostar mesmo, gosto de dois extremos da literatura. Gosto de livros mais densos, torturados e doentios, do tipo que, pow, explode sua cabeça. E, como boa estudante de moda, também adoro YA e Chick Lits com personagens fashionistas (sim, sou daquelas que compram qualquer coisa que tenha essas três palavras na contra-capa: Upper East Side). Surpreendentemente, meu livro favorito é uma espécie de junção dos dois, que é o tão odiado, tão polêmico, Hell, da escritora francesa Lolita Pille. Sei lá se ela escreve mal, sei lá se ela escreveu a história para polemizar com a vida entediante de riquinha que ela tinha. Sei lá se ela era uma drogada fútil. Tudo o que sei é que foi um livro que mudou meu jeito de pensar nas coisas, principalmente em termos literários. Deixou minha escrita mais seca e menos pôneis-no-arco-íris, sabe? Sim, existia a Erika-antes-de-Hell e agora existe a Erika-depois-de-Hell.
Além desse, gosto muito de “Onde terminam os arco-íris”, da Cecelia Ahern. Me amarrem a uma cruz, mas também me identifiquei muito com a mensagem que o Paulo Coelho passa em “Veronika decide Morrer”. Tem também “Três metros acima do céu” e “Soul Love”, que me mudaram tanto quanto Hell.
De séries fico com Harry Potter, Jogos Vorazes, Exclusivo, Gossip Girl, Fazendo meu Filme, o Guia do Mochileiro das Galáxias e, ultimamente, me rendi aos encantos da Cassandra Clare com os Instrumentos Mortais.

Café com Leituras: Como você busca inspiração para escrever? Tem algum escritor (a) que te influencia?
Érika Rossas: A parte mais complicada de escrever, para mim, é que nunca busco inspiração para nada. A inspiração é que vem me buscar. Tipo quando estou vendo um filme no cinema, quando estou atolada em projetos da faculdade, sem tempo nem pra dormir. Quando tenho prova no dia seguinte... ah, ela adora me procurar quando tenho prova no dia seguinte!
Às vezes acontece de eu estar escrevendo e aparecer uma ideia nova para aquela cena e eu ter que pensar em tudo na hora, mas, normalmente, quando sento, já sei o que vou escrever. Ando sempre com um caderninho – às vezes o bloco de notas do celular quebra o galho -, e vou anotando trechos ou diálogos que vêm na minha cabeça. E, a partir desses diálogos, a história vai sendo tecida. Também costumo ter boa parte das minhas ideias no ônibus pra faculdade. Eu praticamente atravesso a cidade todos os dias, então, nessas horas que estou lá, sem pensar em nada, os fones de ouvido estourando nos meus ouvidos, as cenas vão se montando na minha cabeça. Então a verdade é que não preciso de inspiração, preciso de um botão, um aplicativo que a desligue por uns tempos e me deixe em paz pra colocar em prática as ideias que já tenho.
O que pode acontecer é ter aquela ideia na cabeça, os diálogos, a cena, a descrição, mas simplesmente não conseguir passar para o papel de um jeito que pareça natural e, ao mesmo tempo, deixe o leitor interessado. Sabe aquele momento em que você sabe pra onde a história quer ir, mas não consegue chegar lá? Quando isso acontece, eu tenho duas soluções: a primeira é ler livros com a temática parecida com aquela que você está tentando escrever. Se é um romance meloso, é correr para Nicholas Sparks. Se é um suspense que te deixa nervoso só em abrir o livro, porque não Dan Brown? Ou talvez nem seja o tema, talvez só o tipo de narração. Ler um livro de foco múltiplo quando se quer escrever um livro de foco múltiplo, ler um diário quando se quer escrever um diário, e, por aí vai...
Outra tática que eu uso, que pode ser uma das táticas mais exóticas que já vi é ler um livro ruim. Isso mesmo, você entendeu certo. Um livro ruim, um livro que já é famoso por ser tão ruim. A maioria das vezes, o autor trava em uma história porque tem medo de estar ficando ruim, porque tem medo de estar pensando em coisas absurdas demais para a trama, porque não gostou das últimas cenas... então você vai lá, e abre um livro ruim. Na décima página você já está revirando os olhos, fazendo careta e jogando o livro para o lado, pensando com os seus botões: “Eu faço melhor!”. E pronto. Mágica. Nada do que você fizer depois vai conseguir ser pior que as 10 páginas que acabou de ler. Acredite, pelo menos comigo, funciona mais do que parece.

Café com Leituras: O que mais gosta de fazer, além de escrever?
Érika Rossas: Como já falei aqui, acredito que escrever não é só escrever. Escrever é criar um projeto. E quando não estou fazendo pesquisa e planejando projetos de escrita, estou fazendo pesquisas e planejando projetos de moda para a faculdade. Sério, de verdade, me deixem sem nada, apenas um computador com o google funcionando e eu estarei feliz para o resto da vida. Sou muito vidrada em música, filmes e séries também, então vivo procurando coisas novas. Encontro séries e filmes legais que ninguém que conheço já viu, livros legais que ninguém que conheço já leu, músicas legais que ninguém que conheço já ouviu. E fico feliz da vida quando indico algo a alguém em um dia e, no outro, a pessoa já está viciada. Isso conta? Isso serve de alguma coisa? Isso vale como um hobby?

Café com Leituras: Já tem projetos para novos livros?
Érika Rossas: Tente 20! Bom, projetos eu tenho muitos, mas é importante saber qual deles tem uma ideia forte o suficiente para segurar uma trama. Às vezes a ideia é legal, mas daria, no máximo, um conto.
No momento estou terminando de escrever um romance intitulado “Capital”, que mistura a vida de glamour e champanhe da alta sociedade brasiliense com a corrupção e o crime. “Capital” tem sido um desafio pra mim. Por ter foco múltiplo, por intercalar as narrativas com arquivos de polícia, por tentar colocar uma pistola 9mm nas mãos de uma patricinha de 18 anos com cabelo loiro, bolsa Prada, unhas perfeitas e maquiagem Chanel, por ter crítica, romance, mistérios, mentiras e humor tudo de uma vez só. Acredito que um livro é como uma música, precisa fluir no tom certo. E, por muito tempo, não consegui encontrar um tom adequado à narrativa, isso tomou muito tempo, o que me fez abandonar minhas outras histórias de vez.
Agora que estou pertinho de terminar, tenho planos de editar e, se necessário, reescrever, meus dois primeiros romances. Provavelmente vou mudar o título também, então nem adianta falar aqui. Mas o primeiro fala sobre uma garota meio raivosa demais e uma banda de rock. E o outro sobre celebridades. Então quem sabe, depois de tudo isso, posso recomeçar a brincadeira e começar um novo romance do zero. Se estou ansiosa pra que esse dia chegue logo? Sim ou claro?

Obra da autora:

“Tudo o que ela quer” – 1ª edição em 2013 – Editora Underworld  - 424 páginas.

Sinopse:

”Sara Montezuma é exatamente o que qualquer mocinha de romance jamais pensou em ser. Ela é a rainha do drama e da manipulação, odeia compromisso, despreza as responsabilidades, só gosta dos caras errados, tem um buldogue chamado Adolf e vive constantemente de ressaca. Que ela sempre foi meio narcisista e politicamente incorreta, todo mundo já sabia. Mas tentar pular o muro do colégio foi certamente o estopim. O resultado dessa pequena aventura? Um carimbo de expulsão no histórico escolar e uma viagem só de ida para a bonita e tranquila Campos do Jordão. No final das contas, aquela mudança não foi um castigo tão grande como era de se esperar. Ela iria morar em um dos destinos de férias mais famosos do Brasil, dirigir o Bel Air 57 do pai sem carteira de motorista, tomar cerveja na Vila Capivari até o amanhecer, conhecer os turistas mais gatos que podem existir e, acima de tudo, ficar bem longe de todas as memórias ruins envolvendo a morte trágica do padrinho. Era um novo começo. E Sara estava se divertindo como nunca havia se divertido antes. O maior problema é que, mesmo com todas as festas e distrações, ela não podia se sentir mais infeliz. E quanto mais infeliz ela se sentia, mais disposta estava a encontrar a felicidade. Nem que precisasse procurar por ela em todos os lugares. Até mesmo no fundo do poço. Tudo o que ela quer é uma história pra lá de audaciosa, feita principalmente para quem já cansou de ler sobre mocinhas comportadas e príncipes em cavalos brancos.”

Para ler o prólogo CLIQUE AQUI!

Outras Informações:







Érika, gostaria de agradecer sua atenção e dizer que é uma honra tê-la como parceira do blog. Obrigada pela confiança!

20 comentários:

Patty Santos disse...

Parabéns Neriana, pela nova parceria!!!
Tenho esse livro na minha listinha de desejados!!!

Bjks

http://coracaodetinta.blogspot.com.br/

António Jesus Batalha disse...

Olá , passei pela net encontrei o seu blog e o achei muito bom,
li algumas coisas folhe-ei algumas postagens,
gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
quando encontro bons blogs sempre fico mais um pouco meu nome é: António Batalha.
Deixo-lhe a minha bênção.
E que haja muita felicidade e saúde em sua vida e em toda a sua casa.
PS. Se desejar seguir o meu blog,Peregrino E Servo, fique á vontade, eu vou retribuir.

Neriana Rocha disse...

Oi, Patty! :)
Obrigada!!!
Depois que você lê-lo, me diz o que achou, ta?
Beijos!

Neriana Rocha disse...

Oi, Antônio! :)
Fiquei muito feliz com suas palavras, obrigada pelo incentivo.
Vou visitar o seu blog agora mesmo.
Beijos!

Taty disse...

Parabéns pela parceria que você possa ter muitas e muitas, ah esse livro parece legal

bjs

Neriana Rocha disse...

Obrigada, Taty! :)

Karen Stefanie disse...

Olá, que blog bacana, adorei o nome! Tudo a ver *-* hihihi

http://osnarnianos.blogspot.com.br/

Erika Rossas disse...

Que emoção esse post, Neri! Ficou lindo!
Sabia que a entrevista ia ficar gigante. mas, disse pra você: eu falo demais. hehehe
E que nada, também to super feliz com a parceria! Espero que seja o começo de muitas das suas parcerias e que a nossa siga em frente!

beijos e brigada pela dedicação no post!
ficou um sucesso!

Roberta Santos disse...

Oi Neriana!!
Ahh que legal, você também está no Amigo Secreto!!!
Estou super curiosa pra saber quem me tirou =)
Não posso demorar muito porque estou no pc do meu pai e tenho que devolver!!
Beijos
http://garotaliber.blogspot.com

Patricia Souza disse...

Oi Neriana.
Parabéns pela nova parceria, que ela traga bons frutos pra ambas as partes.
Adorei a entrevista com a autora.

Érika virei sua amiga de infância rsrsrs: "Sério, de verdade, me deixem sem nada, apenas um computador com o google funcionando e eu estarei feliz para o resto da vida."....me identifiquei demais.

Beijos
Leituras da Paty

Neriana Rocha disse...

Oi, Karen!
Obrigada! :)

Neriana Rocha disse...

Oi, Érika! :)
Fiquei muito feliz porque você gostou do post. Fiz com muito carinho.
E a entrevista ficou completa, ótima.
Com certeza vamos seguir em frente.
Obrigada!
Beijos!

Neriana Rocha disse...

Oi, Roberta!
Foi tu que me tirou??? To super curiosa... hehehehe!!!
Beijos!!!

Neriana Rocha disse...

Oi, Patricia!
Muito obrigada! :)
Beijos!

Michelly Santos disse...

A Erika gosta meeesmo de um papo, hein?! hehe
As respostas ficaram super completas!
Parabéns a ela pelo livro, e a você, Neri, pela entrevista!


http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
Mais Uma Página

Neriana Rocha disse...

Obrigada, Mi!
É uma característica que eu acho que todo escritor deve ter, porque assim uma estória flui com facilidade.
Beijos!

Rogério Queiroz disse...

Parabéns pela parceria, Neri, eu encontrei a autora no Skoob, pedi para ela seguir meu blog e segui o dela, acho que foi assim. Fiquei impressionado com o tamanho das respostas, hehe.
Tudo de bom e muitas parcerias e livros na sua estante.
Bjs

Uma dose de palavras.
http://uma-dose-de-palavras.blogspot.com.br/

Neriana Rocha disse...

Oi, Rô!
Obrigada parceiro!
Acho que o livro da Érika vai ser muito bom, já sabemos que ela escreve muito e muito bem.
Beijos!

Hellen disse...

Aii Adorei! Parabéns Neri, tá arrasando nas parcerias.
Que vontade de ler esse livro. Parabéns pra Érika, ela é super simpática. Amei!

http://oacucareiro.com/

Neriana Rocha disse...

Oi, Hellen!
Obrigada!
O livro parece ser muito bom mesmo e a Érika é ótima. :)
Beijos!

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